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sexta-feira, 1 de setembro de 2017

AS ESTREIAS DE SETEMBRO NO CINEMA!







 O nono mês do ano já tá aí! E mais uma vez a gente te deixa informado com as principais estreias no cinema que estão chegando. Em setembro teremos muito terror, filmes nacionais, além de uma nova animação de LEGO.

ESTREIAS:

IT: A Coisa - Hoje nos Cinemas.
                   

Policia Federal - A Lei é Para Todos (Nacional) - Hoje nos Cinemas.



Amityville: O Despertar - Hoje nos Cinemas.



Divórcio (Nacional) - Hoje nos Cinemas.

Mãe - Hoje nos Cinemas.

Pelé: O Nascimento de Uma Lenda (Nacional) - Hoje
nos Cinemas.

LEGO Ninjago: O Filme - Hoje nos Cinemas
em 3D.

Kingsman 2: O Círculo Dourado - Hoje nos Cinemas em 3D.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Crítica: Death Note (2017)


Assim como os reboots e sequências, as adaptações também tentam sua chance no mercado cinematográfico. Na maioria das vezes se tornando uma bagunça ou fracasso, Ghost in the Shell (2017) adaptação do famoso anime/manga é o caso mais recente.
Death Note (2017) produzido pela Netflix acaba de entrar nesta linha, os motivos? Vários, e tudo isso a gente vai ver mais a frente.

No filme, o estudante Light Turner (aka Light Yagami) encontra o death note, o caderno da morte. Ao escrever um nome no caderno, a pessoa mencionada é morta em segundos. Quando o poder sobe a cabeça, Light denomina a si mesmo um deus e deve lidar com a perseguição do jovem detetive chamado de L.

A obra em anime de Death Note é basicamente uma das melhores produções tanto em animação quanto em investigação, qualidade e sentimento sempre presentes, esqueça tudo isso, pois foi varridos na produção desta adaptação. 

As coisas já começam errado quando as críticas políticas e sociais passam para mimimi jovem e adolescente, a desconstrução da essência de Death Note não pará por aí, a americanização e estereótipos atrapalham muito na construção do filme, ainda mais quando você sabe que aquilo ali não está certo. 

Além da essência, mais ainda foi mudado em relação com a obra original, os personagens. O Light de Nat Wolff passa de estudante calculista para nerd corajoso e estereotipado. Mia (equivalente a Misa) interpretada por Margaret Qualley se torna a personagem mais chata de todo o filme, não encanta e não possuí um pingo do carisma da personagem original. Keith Stanfield interpreta L trazendo os trejeitos básicos do personagem original e o mais próximo de cativante que iremos encontram em um personagem do filme. 

O destaque total fica por conta de William Dafoe que interpreta o shnigami, Ryuk, o personagem símbolo de Death Note por sorte foi adaptado com perfeição e carisma, criado através de dublagem e captação de movimentos tem momentos sombrios e cômicos que agradam o espectador e criam uma empatia pelo personagem.

O diretor Adam Wingard torna Death Note, um filme bonito aos olhos, repletas de zoons, closes e movimentos de câmera bem pensados a parte técnica do filme não feio, um dos poucos detalhes que se destacam positivamente aqui.

Como filme, Death Note (2017) já é ruim, em comparação com seu texto original só se torna pior ainda. Corrido, bobo e com pouquíssimos destaques o filme é uma ofensa a seus fãs e ao real significado à Death Note em sua obra original.
Um dos piores filmes do ano!
NOTA: 2,0 **/5,0 *****

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Crítica: Descendentes 2


O sucesso de Descendentes em 2015 foi inesperadamente explosivo, o que deu origem a uma legião de fãs e seguidores, e é claro, uma nova marca a ser explorada pela Disney e seu canal de TV. Agora pouco mais de dois anos desde o primeiro encontro com estes personagens a Disney preparou uma sequência que mantém a essência de seu antecessor, além de adicionar muito a sua franquia. Muito bom, pois esta não é a real missão de uma sequência?
No filme, seis meses após a coroação de Ben, Mal começa a se sentir pressionada com toda as tarefas da realeza. Quando ela decide retornar à suas raízes malvadas cabe a Ben, Jay, Evie e Carlos proteger Mal e o reino da fúria de Uma, filha de Úrsula e sua tripulação.

Maturidade é a palavra que define Descendentes 2, as canções estão fantásticas, os figurinos estão deslumbrantes, as soluções são mais complexas do que as do primeiro filme, as coreografias estão um espetáculo e junto com tudo isso os personagens amadureceram também.
O elenco jovem encara bem a missão de interpretar seus personagens e o destaque desta vez foca por conta de China Anne McClain que interpreta Uma, a nova vilã e Dove Cameron que interpreta Mal novamente.
Junto com todos os elogios vem também uma cinematografia decente e de qualidade, com uma fotografia que abusa do azul e tons claros e uma montagem que entretem o espectador até o final do filme.

Com um ar mais sombrio e maduro do que o original, Descendentes 2 tem de tudo para encantar o espectador como empoderamento feminino, canções chiclete, figurinos punk e multi coloridos, além de diversas referências aos clássicos da Disney como Aladdin, A Pequena Sereia e Cinderela, prato cheio para os fãs saudosos.
Agora é só esperar a confirmação do terceiro filme, o que parece que não vai demorar muito.
NOTA: 3,5 ***-/5,0 *****