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terça-feira, 15 de agosto de 2017

Crítica: Planeta dos Macacos: A Guerra


Há tempos em que milhões de doláres são investidos em filmes e franquias com péssimo tratamento, a franquia Planeta dos Macacos se mostrou e ainda se mostra uma grande revolução tecnológica e cinematográfica 
Este novo Planeta dos Macacos mantém a boa qualidade dos dois filmes anteriores, além de passar longe de soluções clichês.
No filme, após o ataque de Koba ao grupo de César, os macacos devem proteger seu recém-descoberto lar de um coronel e um grupo de soldados que desejam eliminar a família de César.
Mais do que um simples filme de ação, Planeta dos


Macacos: A Guerra vai mais fundo e toca em assuntos como trabalho escravo e revolução.
Acompanhando com o bom roteiro vem uma cinematografia primorosa, a fotografia é possivelmente a mais bonita do ano. As diversas cenas com elementos como neve e chuva são as mais lindas. A mata onde o grupo de César se abriga é um dos melhores cenários de toda a produção, repleta de vegetação e uma queda d'água o cenário é de tirar o fôlego.
A sonoplastia não fica devendo em comparação as imagens. Repleto de tiroteios, explosões e algumas outras surpresas, a edição de som imprime e completa bem a experiência de imersão no filme.
Completando a qualidade técnica do filme, temos novamente o ator Andy Serkis dando vida ao macaco César com suas diversas feições. A precisão dos gestos e falas estão em outro nível, surpreendente. Afinal, não é qualquer um que conseguem fazer um macaco com um fuzil na mão parecer natural.
Com um ar mais sombrio do que seus antecessores, Planeta dos Macacos: A Guerra é um encerramento violento, lindo e recheado de críticas ao sistema.
NOTA: 4,5 ****-/5,0 *****

terça-feira, 1 de agosto de 2017

AS ESTREIAS DE AGOSTO!


                                               ESTREIAS DE AGOSTO DE 2017

PLANETA DOS MACACOS: A GUERRA - HOJE nos Cinemas em 3D. O FILME DA MINHA VIDA (Nacional) - HOJE nos Cinemas. VALERIAN E A CIDADE DOS MIL PLANETAS - HOJE nos Cinemas em 3D. ANNABELLE 2: A CRIAÇÃO DO MAL - HOJE nos Cinemas. DESCENDENTES 2 - Em exibição no Canal Disney Channel.
BINGO: O REI DAS MANHÃS (Nacional) - HOJE nos Cinemas. A TORRE NEGRA - HOJE nos Cinemas. DEATH NOTE - Disponível na NETFLIX. DUPLA EXPLOSIVA - HOJE nos Cinemas. ATÔMICA - HOJE nos Cinemas.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Crítica: Transformers - O Último Cavaleiro


A franquia Transformers está desgastada. Isto é um fato, dirigido por Michael Bay, os quatro primeiros filmes foram bacanas mas nada excepcionais, este novo capítulo filmado em IMAX 3D segue a risca seus antecessores, uma produção recheada de altos e baixos, com mais baixos do que altos.

Em Transformers: O Último Cavaleiro, uma nova ameaça deseja destruir o mundo, transformando a Terra no antigo lar de Optimus Prime, Cybertron. Na tentativa de salvar o mundo, o mecânico Cade se une a uma famosa professora, um lorde inglês, Bumblebee e outros Transformers.

Como dá pra notar o filme é uma completa bagunça, e não é pra tanto, são várias cenas sem explicação, repletas de vilões dos filmes anteriores e subtramas que se tornam muito pro espectador digerir.

Os atores Mark Wahlberg e Anthony Hopkins, um dos poucos famosos no elenco estão no piloto automático, é claro que não se pode pedir muito num filme filmado quase que 100% em CGI. As atrizes Isabela Moner e Laura Haddock são as novas adições do elenco e os únicos destaques neste campo, o ruim é que suas personagens não são muito bem introduzidas, mas não impede empatia por suas personagens.

Os destaques técnicos ficam por conta da luminosa fotografia que combina bem com as cenas de batalha que ficaram impressionantes. Todos as cenas com os Transformers também ficaram bem renderizadas e realistas, a edição de som também está caprichada. Além do efeito 3D que está impressionante. Mas pra um acerto vem dois erros - há várias piadas forçadas, esteriótipos reforçados (o garoto negro piadista, a professora gostosona, o inimigo aliado), os monólogos do Optimus Prime, excesso de explosões e pra piorar temos 2h e 30min de cenas desconexas que dão vontade de deixar a sala de cinema.
Nunca fui muito fã da saga Transformers e depois deste filme passo a me interessar menos ainda.
Realmente não recomendo ir ao cinema, pois você está gastando seu tempo e dinheiro pra assistir tudo o que você já vê a dez anos. É isso aí, faz dez anos que o primeiro Transformers chegou aos cinemas.
Assista em casa.
NOTA: 2,0 **/5,0 *****